
Ricardo Sastre,
Porto Alegre, 12 de abril de 2025.

Ó Guaíba, diante do seu algoz,
quem cuidará de vós!
Da praia dos nossos
ancestrais,
aos limites que a margem nos trás.
No verão sua garganta seca,
no inverno sua boca enche de água.
Diante de tanta vida pulsando,
nossa alma se afaga.
Na baía de todas as águas,
repousam pássaros, peixes e algas.
Somos filhos do Guaíba,
e nele deixamos as mágoas.
Seu pôr do sol esplendoroso,
nos aquece, anima e acalma.
Todo o povo gaúcho,
carrega o Guaíba em sua alma.
